Ao fim da estação mais quente do ano, os profissionais da moda já pensam nas possibilidades de cores e cortes que serão destaques no verão 2010/2011. Pensando nisso, a FatecSenai Campo Grande e o Sindivest/MS (Sindicato das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul) realizam gratuitamente, às 19 horas da próxima quinta-feira (11/03), no auditório do Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, em Campo Grande, a palestra “Inspirações Verão 2011”.
O evento é direcionado aos empresários da indústria da moda, lojistas e profissionais do setor que receberão informações sobre o panorama da moda, conceitos, tendências, temas e cores do verão 2010/2011.
Os trabalhos serão conduzidos por Beatriz Mocchegiani, pesquisadora de tendências e consultora de moda, que é atuante na indústria têxtil e de confecção há 15 anos, desenvolvendo projetos nas áreas de gestão de produto, planejamento estratégico e posicionamento de marca.
Segundo o presidente do Sindivest/MS, José Francisco Veloso Ribeiro, o evento trará o preview da coleção Verão 2010/2011. “Os profissionais do setor trabalham com antecipação de 12 meses e seis meses de confirmação, por isso, a importância da parceria Sindivest/MS e Senai para mostrar aos empresários o que acontece no mundo da moda de forma organizada”, declarou.
Beatriz Mocchegiani destacou que a palestra será de extrema importância para o mercado de moda local. “Serão analisadas cores, shapes, tendências internacionais e um panorama de mercado da moda atual”, informou a consultora, que tem experiência na área atuando na assessoria técnica em produto e design para a Emma Fiorezzi, Recco Praia, Scalon, FA Maringá, Osmoze, Lado Avesso, Six One, Voga, Voga Kids, Azzen, Zapp, Chek, OU, Rouvaplas, Ricercato, Di Forini, entre outras.
Segundo o empresário André Luiz Elias, que é um dos sócios da empresa Histológica Confecções e Comércio, que produz roupas com tecidos estampados a partir do desenho de células do corpo humano e de animais, esses eventos são de extrema importância em termos de inovações, inspirações e informações para as empresas de confecção.
Para ele, que atua há mais de 17 anos no ramo da confecção, a palestra com a consultora de moda representa uma nova fase do Senai no Estado, sendo muito bem-vinda com projetos e serviços de grande utilidade para as empresas, que cada vez mais buscam conhecimento e salientam a necessidade de ações ligadas à moda.
Serviço — Mais informações pelo telefone (67) 3325-7478 ou (67) 3321-0421 ou ainda pelo e-mail sindivestms@sindivestms.com.br ou rita@ms.senai.br
Sindivest/MS garante participação de empresa do setor no Seminário Empretec do Sebrae/MS
O Sindivest/MS (Sindicato das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul) garantiu a participação da Histológica Confecções e Comércio, que produz roupas com tecidos estampados a partir do desenho de células do corpo humano e de animais, no Seminário Empretc, que foi realizado pelo Sebrae/MS durante toda a semana passada para estimular e desenvolver as características individuais de empreendedores de maneira a aumentar a sua competitividade e permanência no mercado.
“Para o Sindivest/MS, é importante reforçar, por meio de ações, a missão de apoiar as indústrias filiadas em gestão, produção, tecnologia, ações de mercado, entre outras áreas. E nessa condição, a Histológica que é uma empresa filiada ao Sindicato, participou do Seminário Empretec, o melhor curso de empreendedorismo que existe”, ressaltou o presidente da entidade, José Francisco Veloso Ribeiro.
Para o empresário André Luiz Elias, um dos três sócios da empresa Histológica Confecções e Comércio, o seminário contribuiu para ampliar os conceitos sobre gestão empreendedora. “Somos uma empresa relativamente nova, pois estamos há um ano no mercado. Então, neste aspecto, o seminário contribuiu muito para aprender novos conhecimentos e conceitos que inclusive eu pensava que a empresa executava, mas, vejo que hoje que eram aplicados parcialmente”, destacou.
Aplicação
Ele explicou que a empresa de confecções tem como diferencial a impressão de estampas de células do corpo humano, criando roupas com um conceito de moda com arte, emoção e vida. “Muitas das coisas aprendidas no Empretec já começaram a ser aplicadas na empresa. Antes eu acreditava que sabia como fazer um planejamento, porque era uma das etapas que eu trabalhava bem, mas percebi que um bom planejamento começa com a busca de informações, o estabelecimento de metas e o constante monitoramento das ações”, explicou.
André Elias ressaltou que os conhecimentos aplicados devem se refletir com excelentes resultados no faturamento da empresa e que essa mudança de métodos de gestão só foi possível graças ao apoio do Sindivest/MS que disponibilizou a oportunidade em parceria com Sebrae/MS. “É muito importante essa parceria do Sindivest/MS para com as empresas associadas. E é muito satisfatório perceber que essa atenção está voltada tanto para quem está estabelecido, como para com quem está começando, ou seja, empresas de todos os portes merecem a mesma atenção da liderança do setor”, disse, reforçando os agradecimentos à entidade.
Empretec
O Empretec é uma metodologia desenvolvida pela ONU (Organização das Nações Unidas) e implantada no Brasil pelo Sistema Sebrae. Ela é voltada para empresários, futuros empresários e profissionais liberais interessados em desenvolver comportamento empreendedor e potencial competitivo, fazendo com que ele se familiarize e se identifique com as seguintes características presentes nos empresários bem sucedidos.
Essas características são a busca de oportunidade e iniciativa, persistência, correr riscos calculados, exigência de qualidade e eficiência, comprometimento, busca de informações, estabelecimento de metas, planejamento e monitoramento sistemáticos, persuasão e rede de contatos, independência e autoconfiança. O participante desenvolve segurança nas decisões, maior desempenho no planejamento empresarial e reduz chances de fracasso.
Em 60 horas de aula, distribuídas em seis dias de atividade, a metodologia do Empretec combina informações sobre aspectos comportamentais e exercícios práticos. Dentre as temáticas do Seminário destacam-se a busca de oportunidades, capacidade de correr riscos calculados, persistência, objetividade no estabelecimento de metas, capacidade para planejar, monitorar, buscar e valorizar a informação, persuasão e rede de contatos, independência, autoconfiança, qualidade e eficiência.
Participou ainda do seminário, a empresária Juliana Fleury da indústria de uniformes, República Universitária, que considerou excelente o treinamento, dizendo que todos que empreendem devem fazer esse curso para ampliar seus conhecimentos e abrir novos negócios.
Fonte: www.fiems.org.br
Longen destaca que Expo-MS Industrial evidencia vigor e potencialidades do setor.
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, destacou há pouco, durante discurso na cerimônia de lançamento da Expo-MS Industrial 2010, no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, em Campo Grande, que a feira da indústria é uma ocasião singular para o setor produtivo de Mato Grosso do Sul. “É o momento de evidenciar todo o vigor e as potencialidades do setor que está em franco processo de expansão. Os índices, dos mais diversos institutos, demonstram o avanço extraordinário da atividade industrial”, disse, referindo-se ao fato de o Estado iniciar o ano com excelentes perspectivas, trazendo o saldo positivo de um crescimento do PIB Industrial, no ano passado, de 10,11%.
Ele também destacou que o setor industrial saiu de 8.691 estabelecimentos em 2008 para mais de 9 mil no ano passado, crescimento de 4%. “Geramos 103 mil empregos contra 97,3 mil, aumento de 6%. E mesmo com todas as dificuldades no cenário mundial, ainda exportamos um volume de US$ 1,2 bilhão. São dados animadores e demonstram que estamos alinhados com projetos verdadeiramente voltados para o aproveitamento das nossas vocações e potencialidades”, discursou.
Longen ressaltou que o setor projeta para 2010 um PIB Industrial de 11,04%, mantendo o crescimento alcançado em 2009. “O Sistema Fiems é referência sólida quando se trata de defender os interesses da indústria e oferecer qualificação, educação, inovação, serviços técnicos e tecnológicos, capacitação e responsabilidade social, por meio das ações do Sesi, Senai e IEL”, reforçou, completando que, ao assumir a presidência da Fiems em maio de 2007, junto com a atual diretoria, manteve a convicção de que seria possível lançar as bases para atuar em três pontos essenciais: o fortalecimento da atividade industrial no Estado, o aumento da representatividade do setor nos diversos âmbitos de discussão e o atendimento pleno das demandas e dos interesses da nossa indústria.
O presidente da Fiems lembrou de algumas conquistas, como a manutenção do Programa Energia Extra, com tarifas a menor nos horários de pico para as indústrias e a manutenção dos incentivos fiscais. “Temos hoje uma das tarifas de energia elétrica mais atraentes do País, o que nos torna mais competitivos. Em parcerias com as Prefeituras de Campo Grande, Três Lagoas, Dourados, Corumbá, Rio Verde e Sidrolândia, estamos executando o Programa Indústria Ativa Municipal que contempla todas as nossas ações nestas cidades”, informou.
Ele ainda destacou que durante a Expo-MS Industrial vai lançar o Pólo Cerâmico de Rio Verde, com total apoio do Prefeito Willian Brito, para resgatar a identidade industrial da região norte e porque não dizer do nosso Estado. Também vamos lançar o Centro de Produção do Vestuário e Têxtil em Dourados, que estamos construindo, em parceria, com o prefeito Ari Artuzi. Nos dois casos, as prefeituras já disponibilizaram as áreas e os pólos estão sendo formatados, sob os aspectos legais e fiscais”, pontuou.
A segunda edição da nossa Expo-MS Industrial será ainda mais atraente, mais dinâmica e inovadora. Além de ser inteiramente dedicada à realização de negócios, ao apoio empresarial e ao fortalecimento da atividade, vai ser um evento carbono zero, ou seja, vamos compensar o CO2 emitido com o plantio de árvores. “A nossa feira está mais representativa e moderna. Há dois anos dizíamos que nascia aqui uma referência para a indústria de Mato Grosso do Sul.
Hoje, podemos dizer que consolidamos este marco”, disse, completando que introduziu um conceito de evento que mobiliza o setor economicamente ativo não só para a realização de negócios, mas também para o intercâmbio, para o conhecimento e para a abertura de novos mercados.
Fonte: www.expoms2010.fiems.org.br
Sindivest/MS reúne lideranças para definir plano de ação do setor têxtil no Estado
O presidente do SINDIVEST (Sindicato das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul), José Francisco Veloso Ribeiro, reuniu-se na tarde desta quinta-feira (25/02) no 6º andar do Edifício Casa da Indústria com lideranças e empresários do segmento têxtil de todo o Estado para discutir as ampliação das ações para o ano de 2010.
De acordo com Veloso, no encontro foram tratados vários assuntos, entre eles a definição da campanha institucional do setor, com foco na divulgação das indústrias e valorização dos profissionais que trabalham na área. “Vamos produzir uma campanha para evidenciar e valorizar segmento têxtil mostrando todas as fases da cadeia produtiva do setor e sua importância para a economia do Estado ”, detalhou Veloso.
Também durante o encontro, as lideranças discutiram a criação do Fórum da Cadeia Produtiva Têxtil em Mato Grosso do Sul. “É mais um instrumento que tem como objetivo fortalecer as indústrias do segmento no Estado. O Fórum será um espaço permanente de diálogo entre o setor produtivo, as instituições de ensino, fornecedores, parceiros e o governo, visando ampliar novos mercados e melhorar a competitividade e os ganhos de produtividade”, afirmou Veloso.
Ainda na pauta do encontro também foi proposto o ‘Saldão da Indústria e Leilão de Bens Inservíveis’. “É um projeto que ainda estamos analisando e discutindo”, afirmou Veloso acrescentando que foi apresentado o Plano de Ação de apoio ao setor do CTV (Centro Tecnológico do Vestuário) da Fatec Senai Campo Grande, bem como a participação das indústrias em feiras internacionais do setor com apoio do CIN - Centro Internacional de Negócios, Fiems, Apex-Brasil e Sebrae ”.
Participaram ainda da reunião a presidente do Sinvesul, Jandira Gorete dos Santos Vieira, a presidente do Sindivesc, Lenise de Arruda Viegas.
PRESIDENTE DA FIEMS DEFENDE DISCUSSÃO TÉCNICA SOBRE REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO
Após visitar todos os líderes partidários na Câmara Federal e participar de encontro com o presidente da Casa de Leis, deputado Michel Temer, em Brasília (DF), o presidente da Fiems, Sérgio Longen, defendeu nesta terça-feira (23/02) a discussão técnica da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem a diminuição dos salários, e eleva o valor da hora extra. De acordo com ele, o momento atual não é oportuno para votação dessa proposta por se tratar de um ano eleitoral e existir uma grande pressão dos movimentos sindicais para que o assunto seja colocado em pauta.
“A discussão deixou de ser técnica e passou a ser política, correndo o risco de penalizar o setor produtivo e, consequentemente, o próprio trabalhador que terá de pagar a conta com o aumento dos custos de produção”, pontuou Sérgio Longen, argumentando que a mudança prevista é inoportuna e inadequada. Para ele, o melhor caminho a ser seguido no momento é deixar essa discussão para o próximo ano. “A indústria tem papel estratégico no processo de recuperação econômica e, além disso, essa PEC está sendo inserida no ambiente de um ano eleitoral”, esclareceu.
O presidente da Fiems destaca que o setor industrial está preocupado com a manutenção dos empregos dos trabalhadores. “Ninguém vai conseguir arcar com os custos desta Proposta, sem promover reajustes no seu quadro funcional”, avisou, completando que está errado reduzir a jornada pela via da imposição legal, pois vai equiparar uma pequena empresa de confecção a uma empresa intensiva em capital.
Já o presidente da Câmara Federal, Michel Temer, disse aos dirigentes industriais liderados pelo presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, que sua posição é de equilíbrio, agindo conforme a posição das lideranças partidárias. Na avaliação de Armando Monteiro, “colocar na pauta do plenário da Câmara a votação da PEC da redução da jornada é uma manobra claramente eleitoreira dos dirigentes sindicais trabalhistas”.
Para o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), Paulo Skaf, como o País está em ano eleitoral, há uma confusão sobre o verdadeiro interesse de se reduzir a jornada. “A jornada média brasileira já é de 41 horas semanais. Se houver imposição de redução da jornada, setores intensivos de mão-de-obra, como têxtil e calçado, e empresas de menor porte, vão ser muito prejudicados. A PEC, em vez de gerar empregos, pode gerar desemprego”, assinalou.
Fonte: SFIEMS
Lula destaca papel do Senai na formação do trabalhador da indústria em Três Lagoas
Durante seu discurso na inauguração oficial das fábricas de papel e celulose da IP (International Paper) e Fibria em Três Lagoas, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu o Senai como uma entidade capaz de formar, de maneira eficiente, os trabalhadores e possibilitar a essa mão-de-obra oportunidades reais de emprego. As citações foram uma referência aos cursos realizados pela entidade para qualificar a mão-de-obra para atender as demandas das duas fábricas no município.
Ao lembrar que se formou no curso de torneiro mecânico oferecido pelo Senai de São Paulo, o presidente Lula enalteceu que grande parte do sucesso das fábricas de papel e celulose de Três Lagoas se deve ao potencial de formação profissional do Senai. “Eu fico muito feliz quando vejo jovens do Senai, como os que estou vendo aqui hoje. Eles são a prova de que a mão-de-obra do País não é ruim, mas apenas faltava oportunidades de formação. Os nossos trabalhadores não ficam devendo em nada para os da China, Rússia e França”, declarou.
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, que também participou da cerimônia de inauguração oficial das duas fábricas no município, junto com o empresário do setor têxtil Roberto Faé do grupo Corttex, acrescentou que o Senai de Três Lagoas foi responsável pela capacitação de 90% dos trabalhadores da IP e Fibria na cidade. “A lembrança do presidente Lula pela excelência do Senai na qualificação de trabalhadores nos deixa orgulhosos e cheios de motivação para continuar executando o nosso trabalho de apoio integral à produção de Mato Grosso do Sul”, disse.
Longen destacou também que a inauguração oficial das fábricas de papel e celulose insere as duas unidades no cenário nacional e internacional, consolidando a produção do maciço florestal de Mato Grosso do Sul. Ele comemorou o anúncio de ampliação da fábrica da Fibria no município feita pelo diretor de indústria Francisco Valério, cujo início deve acontecer a partir de 2013. “Essa data pode até ser antecipada graças à produção atual”, disse o diretor, completando que os jovens formados pelo Senai de Três Lagoas e que foram contratados há um ano vão ser promovidos e novos trabalhadores serão contratados.
O presidente da IP para a América Latina, Jean-Michel Ribieras, e o presidente da Fibria, Carlos Aguiar, também destacaram nos seus respectivos discursos o trabalho de qualificação profissional realizado pela entidade. “Essa parceria com o Senai foi fundamental para o início de operação da nossa fábrica em Três Lagoas”, disse Carlos Aguiar. O representante dos trabalhadores da Fibria, José Carlos Gomes Viana, que é operador de produção de celulose formado pelo Senai de Três Lagoas, reforçou as palavras do presidente da empresa e destacou a qualificação do Senai.
Fábricas
Apesar de inaugurada oficialmente nesta sexta-feira, a fábrica de papel da IP está em operação desde 12 de fevereiro de 2009 e tem capacidade de produzir 200 mil toneladas de papel para imprimir e escrever. Ela é a mais nova fábrica da empresa no mundo e a primeira de papel a ser construída fora dos Estados Unidos, seu país sede.
A unidade entrou em operação e, em apenas seis meses, atingiu a capacidade de produção equivalente ao projetado, o que estava estimado para ocorrer somente em julho de 2010. Durante 2009, a fábrica conseguiu dez recordes de produção e fechou o ano produzindo 166 mil toneladas de papel, 29 mil toneladas a mais que o previsto.
A nova fábrica de papel da IP representa um investimento de US$ 300 milhões e somadas às outras duas unidades instaladas em Mogi Guaçu e Luiz Antônio, no interior de São Paulo, a International Paper tem capacidade de produzir um milhão de toneladas de papel por ano, formando um sistema integrado de produção para atender clientes com diferente tipos de demanda. Deste montante, cerca de 50% é destinado à exportação para América Latina, Estados Unidos e Europa
Já a unidade da Fibria em Três Lagoas, que comporta a maior fábrica de celulose com uma única linha de produção do mundo, tem capacidade para produzir 1,3 milhão de toneladas de celulose branqueada de eucalipto por ano, sendo auto-suficiente em energia e tem como fonte primária a biomassa, proveniente da madeira, uma fonte renovável e principal matéria-prima da celulose da empresa. Diariamente, mais de 3 mil toneladas de celulose são transportadas via ferrovia até o porto de Santos (SP) onde a Fibria possui um terminal exclusivo.
Todo o plantio de eucalipto é feito na região, num raio médio de 60 quilômetros da unidade, o que reduz o custo da operação tornando-a ainda mais competitiva no mercado. A base florestal conta com uma área de 155 mil hectares plantados com eucalipto e 68 mil hectares de preservação. A unidade começou a operar em 30 de março de 2009 e teve um investimento de R$ 3,8 bilhões.
A manhã da última quinta-feira (11/02) foi de esclarecimentos sobre a obrigatoriedade da nota fiscal eletrônica para pelo menos 60 empresários que participaram da palestra técnica sobre o assunto realizada pelo Compem (Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa Industrial) da Fiems no 6º andar do Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande. "O nosso objetivo é esclarecer as empresas do setor industrial para que saibam as regras e prazos da nota fiscal eletrônica, que já está em implantação", declarou o presidente do Compem da Fiems, José Francisco Veloso Ribeiro.
Ele acrescentou que a iniciativa integra o trabalho constante da Fiems em prol do desenvolvimento do setor. "O Compem atua na mesma linha, acompanhando de perto as pequenas indústrias do Estado e esse tipo de orientação técnica auxilia os empresários para que não sejam pegos de surpresa e tenham condições de tomar as melhores decisões", destacou, lembrando que desde dezembro do ano passado a Nota Fiscal Eletrônica é obrigatória para novos setores da indústria e, até o fim deste ano, mais de 60 atividades deverão se enquadrar no projeto.
"Por isso estamos realizando esse evento sobre a sistemática de implantação como forma de orientar as empresas", explicou Francisco Veloso, informando que na primeira quinzena de março outra palestra técnica deve ser realizada com foco na Certificação Digital. Na avaliação da assessora sindical da Fiems, Carolina Palhares, é fundamental o papel dos sindicatos, Compem e Fiems quanto à orientação dos empresários a respeito das exigências fiscais. "Nós acompanhamos e estudamos as mudanças para levar isso ao conhecimento do empresários", disse.
As palestras
Durante a manhã desta quinta-feira três profissionais apresentaram o tema, considerando diferentes áreas de atuação. O consultor e empresário Francisco Vieira da Rosa abordou os softwares disponíveis para emissão das notas e alertou que para a emissão da nota eletrônica será necessário investimento. "Além do software é preciso que haja computadores, impressora laser, acesso à internet, certificado digital e formulário de segurança (regime de contingência)", detalhou.
Na seqüência, o presidente do Sescon/MS (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de Mato Grosso do Sul), Ruberlei Bulgarelli, destacou a importância de uma relação próxima entre contador e o empresário. "A união entre os dois é fundamental para evitar problemas na empresa", reforçou, abordando os motivos de exclusão do Simples Nacional, lembrando que isso pode ser feito por opção, quando ultrapassar o limite da Renda Bruta anual, falta de comunicação de exclusão obrigatória, não utilização de livros e documentos, resistência à fiscalização, comércio de contrabando ou descaminho, falta de livro caixa, despesa no AC (Ano-Calendário) maior que 20% dos recursos, para citar alguns.
"A exclusão pode causar impedimento pelos próximos três anos seguintes, elevando ainda para dez em caso de fraude", pontuou Ruberlei Bulgarelli. Já o coordenador da Inteligência Fiscal da Sefaz (Secretaria Estadual de Fazenda), Valgney Cherri Ishimi, lembrou que até o fim de 2010 quase todas empresas devem emitir a nota fiscal eletrônica. "E é sempre importante lembrar que esse sistema não tem foco no varejo é apenas para quem vende de empresa para empresa", afirmou.
Participantes
Para o presidente do Simemae (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado), Irineu Milanesi, a manhã desta quinta-feira foi bem proveitosa, pois, esclareceu os empresários sobre o procedimento daqui para frente. "Existem novas tecnologias e nós precisamos incorporá-las para tentar facilitar o processo. Outro ponto importante é que
ficamos atentos a essa relação estreita com o contador", avaliou.
Já o presidente do Cores (Conselho Temático Permanente de Responsabilidade Social) da Fiems, Julião Gaúna, disse que pretende disseminar as informações obtidas com as palestras que trouxeram esclarecimentos sobre as questões fiscais. "Estando bem informados e fazendo o que se deve fazer é que conseguiremos nos tornar cada vez mais competitivos", declarou.
Para o empresário Antônio Carlos Nabuco Caldas, a iniciativa da Fiems veio em um momento oportuno já que com a implantação da Nota Fiscal Eletrônica não haverá espaço para erros de informação. "Penso que essas orientações são muito importantes, por isso essa iniciativa merece os parabéns. Os órgãos que tratam diretamente do assunto poderiam também ter iniciativas como essa voltadas para a micro e pequena empresa", sugeriu.
Participaram ainda o presidente em exercício da Fecomércio, Edison Araújo, o vice-presidente da ACICG, João Polidoro, a gerente de atendimento do Sebrae/MS, Leandra Oliveira, o presidente da Amems, João Ramos, e representantes do setor produtivo.
Nota Fiscal Eletrônica
Criada em 2006, com o intuito de simplificar o dia-a-dia das empresas, a NF-e é um registro feito pelo computador no sistema mantido pelas Secretarias de Fazenda e Receita Federal. O processo é ágil, uma vez que a empresa emissora gera um arquivo eletrônico que contém os dados fiscais da operação, assinado digitalmente. Uma vez gerado, o arquivo eletrônico será
transmitido pela Internet para a Secretaria da Fazenda da jurisdição do contribuinte, que fará a validação das informações, emitirá um protocolo de recebimento (Autorização de Uso), sem o qual não poderá haver o trânsito da mercadoria e, em seguida enviará o arquivo à Secretaria da Fazenda de Destino e à Receita Federal.
A principal mudança para as empresas será a substituição da Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A, emitida em papel, para ao modelo 55, emitido eletronicamente, após a expedição de autorização de uso pela Secretaria da Fazenda. Para a emissão da nota fiscal, é necessário que a empresa tenha certificação digital. Mesmo a empresa que ainda não esteja credenciada a emitir a nota fiscal eletrônica deverá se adequar. Nas operações enquadradas no novo sistema, o destinatário da mercadoria será obrigado a consultar o documento eletrônico no portal nacional do projeto para verificar a validade da assinatura e a autenticidade do documento eletrônico.
Com a implantação progressiva da Nota Fiscal eletrônica, a tendência é que haja uma racionalização e uniformização das obrigações acessórias para os contribuintes, pela redução do número de declarações fiscais. Desde abril de 2009, os setores de cigarros e combustíveis líquidos já estão obrigados a emitir nota fiscal eletrônica em suas operações e desde o último mês de dezembro, conforme o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), os segmentos ligados a veículos automotores, cimento, medicamentos alopáticos para uso humano, cimento, produtos de aço, ferro e agentes fornecedores de energia elétrica também já estão enquadrados.
Serviço - Interessados em acessar o conteúdo da palestra realizada hoje podem clicar no link http://www.gerencialinformatica.com.br
Senai de Sidrolândia inicia capacitação de 220 industriários em costura para atender Tip Top e Via Blumenau
A Agência do Senai Sidrolândia iniciou neste mês de fevereiro os cursos de costura industrial nas fábricas da Tip Top e Via Blumenau no município para qualificar 220 profissionais que vão suprir o déficit de mão-de-obra das duas indústrias. Segundo o gerente da FatecSenai Campo Grande, Artur Quintella, que também responde pela agência em Sidrolândia, essa capacitação é uma importante contribuição para o desenvolvimento industrial do município.
“Podemos ter idéia da dimensão do trabalho realizado pelo Senai em Sidrolândia quando verificamos o número de alunos e de turmas nos cursos de costura industrial criados na cidade”, reforçou Artur Quintella, ressaltando a importância de estabelecer parcerias em treinamentos solicitados pelo Sindivest/MS para atender indústrias filiadas e com a administração municipal de Sidrolândia para viabilizar a realização de cursos de capacitação.
Poder público
Para a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Sidrolândia, Rosemeire Aparecida de Brito Camilo, a parceria da Prefeitura com o Senai é imprescindível para o desenvolvimento local. “Além da parte prática no chão de fábrica, é interessante que a entidade trabalha temas transversais e isso contribui para a formação do aluno, influenciando para que ele tenha maior comprometimento com a indústria”, analisou, acrescentando a possibilidade de contratação após o término dos cursos. “É uma chance de melhorar a qualidade de vida desse trabalhador”, afirmou.
Já a presidente da Câmara Municipal de Sidrolândia, vereadora Rosângela Rodrigues dos Santos, destacou a excelência do Senai em realizar cursos de qualificação profissional, interferindo diretamente na melhoria da qualidade de vida das pessoas. “Sidrolândia abriga muitas indústrias e nós sabemos que quem se qualifica consegue bons lugares no mercado de trabalho. Essa parceria do município com o Senai faz muito bem para a população e, principalmente, para o desenvolvimento da nossa cidade”, garantiu.
Contratações
O gerente de Recursos Humanos da Tip Top, Jefferson Araújo, destacou que o curso teve início em um momento bem oportuno. “Nossa previsão é de contratar 100% dos alunos que tiverem bom aproveitamento no curso”, disse, informando que atualmente a indústria conta com 340 funcionários diretos cerca de 70 indiretos.
Para a coordenadora-administrativa da Via Blumenau, Meire Roseli Santos, a realização do curso dentro da empresa facilita o treinamento dos alunos. “Essa é uma iniciativa muito interessante porque acompanhamos bem de perto o trabalho e o aluno já começa a se familiarizar com o dia-a-dia da fábrica”, analisou.
Turmas
Na avaliação da supervisora-técnica do CTV (Centro Tecnológico do Vestuário) da FatecSenai Campo Grande, Rita de Cássia Galvan, o setor do vestuário está se desenvolvendo em Sidrolândia e as empresas já instaladas têm condições para expandir ainda mais. “E isso dá à população oportunidade de emprego, pois os cursos são focados para atender a necessidade imediata de contratação das empresas”, acrescentou.
De acordo com a supervisora da Agência do Senai Sidrolândia, Ana Paula Marques Bueno, os cursos tiveram início no dia 1º de fevereiro e as datas para término são diferenciadas por conta dos horários das turmas. “As turmas da Tip Top terminam no próximo dia 30 de abril, enquanto na Via Blumenau a previsão de término são os dias 26 de maio e 21 de junho”, disse, acrescentando que a Agência ainda abriga duas turmas que terminam nos dias 27 e 28 de junho.
Alunos
Para quem participa dos cursos, a certificação do Senai significa a oportunidade de retornar ao mercado de trabalho. “Trabalhei durante dez anos em um abatedouro de bovinos, de onde saí há dois anos, ficando todo esse tempo sem trabalhar. Agora, fiquei muito feliz de fazer esse curso e quem sabe ser contratada”, contou Marta Torres de Abreu, 47 anos, que participa do curso de costura industrial na Tip Top.
Maria Conceição Vilela Rodrigues, de 46 anos, também acredita na contratação. “Saí para cuidar do meu filho que hoje está com quatro anos. Tinha uma noção de costura em casa, mas nunca tinha mexido em uma máquina como as que estão aqui. O primeiro dia foi bem difícil, mas agora já estou me adaptando”, disse a aluno do curso de costura industrial também realizado na Tip Top.
Fonte: FIEMS
Longen aponta que unidade da Apex-Brasil na Fiems encurtará caminho ao mercado externo
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, enalteceu nesta segunda-feira (08/02), durante a inauguração da Unidade de Atendimento da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) no 1º andar do Edifício Casa da Indústria, que o posto vai eliminar a falta de informação sobre exportação, encurtando os caminhos dos produtos sul-mato-grossenses até o mercado externo. “O funcionamento dessa unidade dentro da Fiems vai aprimorar as ações para divulgação dos nossos produtos junto aos grandes mercados importadores na Europa e Ásia”, analisou.
Para Sérgio Longen, com a ajuda da Apex-Brasil, será possível que o empresariado local possa trabalhar com mais êxito na conquista de novos mercados para os nossos produtos. “Não podemos descansar até que Mato Grosso do Sul seja reconhecido como um Estado industrializado e a unidade de atendimento dessa agência federal será uma ferramenta importantíssima no desenvolvimento da economia sul-mato-grossense”, disse, prevendo uma nova era para o setor industrial do Estado a chegada da Agência à Fiems.
Atualmente, o Estado tem 39 empresas ligadas aos projetos desenvolvidos pela Apex-Brasil e, desse total, 22 são exportadoras que, no ano passado, foram responsáveis por vendas externas de R$ 1,098 bilhão, o que equivale a 61,51% do total exportado por Mato Grosso do Sul de janeiro a outubro de 2009 (R$ 1,785 bilhão). As carnes desossadas de bovino são o principal produto de exportação, fechando, de janeiro a dezembro de 2009, US$ 326,925 milhões em negócios com outros países, o que equivale a 18,31% das vendas externas sul-mato-grossenses.
Na avaliação do gerente-geral de negócios Apex-Brasil, Sérgio Costa, a estratégia é estar perto da indústria, levando em conta as necessidades descritas pelo CIN (Centro Internacional de Negócios) da Fiems e também os mercados prioritários para 2010 apontados pelo serviço de inteligência comercial da Apex-Brasil. “Além de apoiar as exportações sul-mato-grossenses dos setores de alimentos, a expectativa é que a unidade de atendimento ajude a incrementar a comercialização de produtos de maior valor agregado”, disse, informando que agora a Apex-Brasil tem unidades em oito Estados – MS, SP, CE, RS, MG, GO, PR e SC – e, nas próximas semanas, devem ser abertos pontos de atendimento em Pernambuco e no Amazonas.
Sérgio Costa ressalta que, com a unidade instalada na sede da Fiems, os empresários terão acesso a informações técnicas e objetivas sobre oportunidades de negócios, como participar de projetos conjuntos da CNI e Apex-Brasil e acesso a dados de pesquisas e prospecções de mercados, entre outros tópicos. “O objetivo da unidade de atendimento é aproximar as empresas nacionais do comércio exterior, seja ela uma empresa não-exportadora ou uma exportadora em fase inicial. Hoje, o Brasil é um jogador sério no mercado internacional e que joga para ganhar”, disse, reforçando que em Mato Grosso do Sul a Apex-Brasil encontra um terreno fértil para trabalhar.
Segundo o gerente-executivo da CNI, José Frederico Álvares, a criação dessas unidades da Apex-Brasil nas Federações das Indústrias está em negociação há dois anos e hoje conseguimos tornar essa iniciativa uma realidade em oito Estados. “Agora, acreditamos que será possível potencializar as ações da Apex-Brasil nos Estado, principalmente aquelas que visam identificar as atividades de maior importância em cada Unidade da Federação para divulgá-las no mercado externo. Nossa missão é ajudar o setor exportador brasileiro e acreditamos que vivemos um momento profícuo nessa divulgação e promoção da exportação”, avaliou.
O deputado estadual Paulo Corrêa, que também está presente à cerimônia de inauguração, ressaltou que a presença de uma unidade da Apex-Brasil na Fiems vai a aumentar o número de empresas exportadores em Mato Grosso do Sul. “Atualmente, não dá mais para queimar etapas no processo de exportação, pois o mercado internacional não é tão simples e requer profissionalização. Temos de cumprir todas as etapas e por isso precisamos nos utilizar da soberania e experiência dessa agência federal”, declarou.
Também participaram da inauguração da unidade de atendimento da Apex-Brasil no Edifício Casa da Indústria o vice-presidente da Fiems, Alonso do Nascimento, e os diretores José Francisco Veloso, Jaime Verruck, Raul Barbosa, Altair da Graça Cruz, Ivo Scarcelli, Julião Gaúna, João de Camargo, Luiz Cláudio Fornari, Moacir de Castro Jorge, Irineu Milanesi e Cláudio Mendonça, além dos superintendentes Maura Gabínio (Sesi) e Bergson Amarilla (IEL), o deputado estadual Júnior Mochi e a presidente da Fundação Estadual de Turismo, Nilde Brum, entre outros.
Serviço – Mais informações sobre as ações desenvolvidas pela unidade de atendimento da Apex-Brasil no Edifício Casa da Indústria podem ser obtidas pelo telefone (67) 3389-9120 com a analista Andréa Elossais
Fonte: FIEMS
SINDIVEST/MS APRESENTA NECESSIDADES DO SETOR PARA A FIEMS REUNIR PROPOSTAS AOS CANDIDATOS A GOVERNADOR DE MS
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, deu prosseguimento no fim da tarde de ontem (04/02), no 6º andar do Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande, às reuniões com as diretorias dos sindicatos industriais e empresários para ouvir as reivindicações de cada segmento e elaborar as propostas que serão apresentadas aos candidatos a governador no âmbito do projeto “Encontros com a Indústria – Compromisso com o Desenvolvimento”.
Ele ouviu as demandas dos empresários do setor e da diretoria do Sindivest/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul.
Sérgio Longen voltou a reafirmar a importância da coleta dos pleitos do setor industrial para que seja elaborada uma carta da indústria a ser entregue aos candidatos a governador. “Nosso objetivo é facilitar aos candidatos a elaboração de programas de governo capazes de atrair novos empreendimentos industriais e que também contemplem ações estratégicas para manter as indústrias já instaladas no Estado”, analisou.
O presidente da Fiems informou ainda que será firmado um compromisso público com cada um dos candidatos a governador e registrá-lo em cartório para que os pontos apresentados possam ser cobrados no futuro. Ele também reforçou a importância da união do setor em torno de objetivos comuns para facilitar as discussões com o governador eleito, tendo em mãos a carta da indústria que trará as principais reivindicações das indústrias.
De acordo com o presidente do Sindivest/MS, José Francisco Veloso Ribeiro, esse trabalho faz parte das ações realizadas no âmbito da marca de gestão Indústria Ativa. “Ele vai permitir a análise em conjunto com os empresários das demandas que realmente afetam o setor industrial”, destacou.
Na análise dele, essas reuniões facilitam o trabalho estratégico da Fiems para atender melhor o setor industrial, não só na área de produção, mas também na área institucional, que são as ações em parceria com o Governo do Estado e Prefeituras. “Com isso, buscamos um formato mais adequado para o desenvolvimento econômico do Estado”, disse.
Para Gabriel Marguilies, sócio-proprietário da indústria de lingerie Universo Íntimo, instalada em Campo Grande desde 2004, indústria com mais de 800 funcionários em Campo Grande, existe uma necessidade urgente de Entreposto Aduaneiro em Campo Grande, pois com isso eliminaria o tempo da matéria-prima chegar na indústria, bem como a redução de custo.
Francisco Veloso ressalta que a iniciativa da atual diretoria do Sistema Fiems vai mostrar exatamente aos candidatos a governador que o setor industrial está preocupado com o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. “Essa articulação de forma conjunta com certeza vai obter do próximo governador uma resposta favorável às demandas do setor industrial que serão apresentadas pelo presidente Sérgio Longen”, destacou.
Após o encontro com o presidente da Fiems, a diretoria do Sindivest/MS continuou a reunião com empresários para tratar de assuntos de interesse pontual do setor, sendo que o grande gargalo é a falta de pessoas para serem qualificadas na costura industrial, bem como a preocupação de divulgação institucional do que é a indústria da moda/têxtil no Estado. Na opinião do empresário Ércio Mendes Garcia, da indústria Bumerang Jeans, que participou do encontro, isto se faz necessário para que a população entenda melhor a importância do setor na economia e desta forma possa se integrar à cultura industrial que hoje já é realidade no Estado, sendo que isso poderá ser feito com apoio sistema Fiems, Sindivest/MS, Governo, Prefeituras, empresários e parceiros.
Fonte: FIEMS
A pedido do setor produtivo, governador amplia prazo para justificar permanência de micro empresas no Simples
Com a presença de federações, associações e sindicatos ligados ao setor industrial, comercial e de serviços de Mato Grosso do Sul, o governador André Puccinelli assinou nesta quarta-feira (03/02) o decreto que prorroga o prazo até o dia 25 de março deste ano para as empresas optantes pelo Simples Nacional, relacionadas no termo de exclusão da Secretaria Estadual de Fazenda, apresentem a justificativa para permanência no regime tributário. “Atendemos solicitação do setor e estamos prorrogando o prazo. Também estamos nos propondo a auxiliar, orientar para que as justificativas sejam feitas nos termos corretos”, afirmou André Puccinelli.
Segundo o presidente do Compem (Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa Industrial) da Fiems, José Francisco Veloso Ribeiro, que participou da reunião com o governador, a prorrogação do prazo para que as optantes pelo Simples regularizem a situação é uma demonstração de apoio ao setor produtivo. “Essa prorrogação foi de suma importância, pois as empresas terão tempo hábil para regularizar a situação, mantendo as atividades no Estado”, declarou, lembrando que o prazo inicial tinha terminado no dia 13 de dezembro do ano passado.
José Francisco Veloso informou ainda que, além da prorrogação do prazo, os representantes do setor produtivo também solicitaram, por meio de carta entregue ao governador, a não exclusão das demais empresas da lista, palestras em parcerias para orientar os empresários, solicitação de redução do MVA dos móveis e eletrodomésticos em 50% e subsídio do Governo do Estado para as empresas cumprirem o cronograma de instalação da Nota Fiscal Eletrônica. “Cada questão apontada será analisada ponto a ponto e assim será possível dar uma resposta positiva para atender à solicitação”, disse.
Para a diretora de Operações do Sebrae, Maristela de Oliveira França, a prorrogação do prazo era imprescindível para as empresas e, ao assinar tão prontamente o decreto, o governador demonstra sensibilidade. Ainda de acordo com ela, o Sebrae está estruturando juntamente com a Sefaz um programa de Educação Fiscal para levar aos empresários da Capital e do interior informações sobre como proceder para fazer a justificativa. “Para que micro e pequenos empresários não corram risco de serem excluídos do Simples”, acrescentou.
Em Mato Grosso do Sul, conforme dados do Sebrae, 22 mil micro e pequenas empresas aderiram ao Simples Nacional e, desse total, 1.006 constavam no termo de exclusão publicado pela Coordenadoria de Fiscalização da Sefaz por dois motivos: receita anual maior que R$ 1,8 milhão ou compra de estoque menor que o faturamento da empresa. A publicação do termo estipulou prazo para que essas empresas apresentassem justificativas e o decreto assinado prorrogou esse prazo até o dia 25 de março deste ano.
Segundo o Sebrae, até agora apenas 30% das 1.006 empresas que constam no termo de exclusão fizeram a justificativa. O Simples Nacional estabelece normas gerais relativas ao tratamento tributário diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, mediante regime único de arrecadação, inclusive obrigações acessórias.
Participaram ainda da reunião, o presidente do Sindical João Batista Camargo, os diretores do Sindivest/MS Francisco Bastos e Claudio Braz Salomão.
Fonte: FIEMS
Universo Íntimo acerta presença na Expo-MS Industrial 2010 e espera repetir sucesso de 2008
O empresário Gilberto Romanato, diretor da Universo Íntimo Indústria e Comércio de Vestuário, acertou nesta segunda-feira (01º/02) a participação na Expo-MS Industrial 2010, que será realizada pela Fiems no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, em Campo Grande, e espera repetir o sucesso obtido na primeira edição do evento em 2008. “Já participamos da primeira edição e consideramos excelente o resultado alcançado naquela oportunidade”, relembrou após reunião com o presidente da Fiems, Sérgio Longen e de José Francisco Veloso, presidente do Sindivest/MS no Edifício Casa da Indústria.
Segundo Gilberto Romanato, a Expo-MS Industrial é uma ótima opção para divulgar a indústria em Mato Grosso do Sul e também para outros Estados do Brasil. “A feira da indústria contribuiu para divulgar a nossa empresa para o resto do Estado, além de contribuir para mostrar a força de outros segmentos industriais, provando que Mato Grosso do Sul está cada vez mais industrializado”, analisou o diretor da empresa que atualmente já emprega pelo menos 800 trabalhados diretos em Campo Grande.
Paro o presidente do Sindivest/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul), José Francisco Veloso Ribeiro, a confirmação da presença da Universo Íntimo, que é uma das maiores indústrias de confecção de Campo Grande, na feira da indústria do Estado valoriza não só o evento, mas também toda a cadeia produtiva do setor de confecção e têxtil sul-mato-grossense. “Trata-se de uma indústria parceira do Sistema Fiems e que se destaca pela sua estrutura de produção, que é bastante diferenciada”, reforçou.
Lançamento
O presidente da Fiems realiza, no próximo dia 25 de fevereiro, a cerimônia de lançamento da Expo-MS Industrial 2010, que será às 19 horas no Albano Franco e contará com as presenças de diversas autoridades e empresários. “A edição 2010 da maior feira de negócios do setor industrial do Estado, realizado a cada dois anos, vai inovar, tornando-se mais dinâmica e participativa. Nossa intenção é que as instituições parceiras também disponibilizem serviços nos seus estandes”, pontuou, destacando que o evento é uma das melhores oportunidades para valorizar ainda mais os investimentos das empresas instaladas no Estado.
A Feira é um espaço inteiramente dedicado à realização de negócios, ao apoio de empresários e ao fortalecimento da atividade. Um evento que se integra à marca Indústria Ativa na direção de agregar valor à produção industrial e ao esforço de quem trabalha para produzir qualidade e eficiência. A primeira edição realizada em 2008 comprovou a necessidade de se ter uma feira dinâmica em que o empresário pudesse comparar, na prática, as novas tecnologias para alavancarem sua produtividade.
Em 2008, quando foi realizada a primeira edição da Expo-MS Industrial, a feira movimentou R$ 30,5 milhões em negócios e atraiu 30 mil pessoas no período de 27 a 31 de maio. “O evento já é um marco para o setor em Mato Grosso do Sul e, mais ainda, um grande estímulo para os empresários terem acesso a novos mercados e fecharem grandes negócios”, destacou o presidente da Fiems.
A exemplo de 2008, a edição deste ano terá a participação de diversos segmentos da indústria, tais como açúcar e álcool, alimentos, frigoríficos, celulose e papel, construção civil, cerâmico, embalagem, energia, financeiro, crédito, gráfico, farmacêutico, químico, metalmecânico, máquinas, equipamentos, mineração, montagens industriais, moveleiro, transporte, logístico, vestuário, têxtil, couro, calçados e inovação tecnológica, além do Governo do Estado e de diversas prefeituras.
Além disso, todas essas informações podem ser obtidas por meio do novo site da Expo-MS Industrial 2010 que está no ar desde a primeira semana de janeiro e pode ser acessado pelo endereço eletrônico www.expoms2010.fiems.org.br, segundo Bergson Amarilla. “O novo site é moderno e dinâmico, oferecendo uma linguagem de fácil acesso para os diversos segmentos industriais do Estado e também do resto do País. Quem acessá-lo encontrará as informações de forma ágil, pois o site tem muita visibilidade”, analisou.
Serviço - Mais informações sobre a Expo-MS Industrial 2010 podem ser obtidas por meio do endereço eletrônico www.expoms2010.fiems.org.br
Fonte: FIEMS
A Apex-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos) e o CIN (Centro Internacional de Negócios) da Fiems vão inaugurar, no próximo dia 8 de fevereiro, a partir das 7h30, no 6º andar do Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande, uma unidade de atendimento. A cerimônia vai contar com as presenças do presidente da Fiems, Sérgio Longen, do diretor de Negócios da Apex-Brasil, Maurício Borges, além de outras autoridades convidadas e diretores do Sistema Indústria de Mato Grosso do Sul.
Em funcionamento desde setembro do ano passado, a unidade fica no 1º andar da Indústria e vai atuar na inserção internacional das indústrias de Mato Grosso do Sul. De acordo com a analista Andréa Elossais, que ficará responsável pela representação da Apex-Brasil no Estado, o objetivo é ampliar o acesso das empresas exportadoras. “A unidade de atendimento vai promover as exportações para micro e pequenas empresas com foco na internacionalização dos produtos”, disse.
Ela acrescenta que a Apex-Brasil vai iniciar a fase de análise dos setores, pois trabalha com projetos específicos para desenvolver cooperativas de exportação, consórcio de exportação e de promoção comercial e APLs (Arranjos Produtivos Locais). Segundo o coordenador do CIN da Fiems, Fábio Fonseca, a chegada da Apex representa a possibilidade de inserção internacional das indústrias atendidas pela Fiems. “A nossa intenção é direcionar empresas locais para participação em projetos nacionais em execução”, acrescentou.
Aproximação
Ele reforça que a unidade vai buscar uma maior aproximação com as empresas da região, oferecendo serviços como o mapeamento de oportunidades de negócios, a divulgação e arregimentação de empresas para participar em projetos conjuntos desenvolvidos pela CNI e pela Apex-Brasil. “A unidade também vai ser responsável pela disseminação de informações, pesquisas e prospecções de mercados, além da divulgação dos produtos e serviços da Agência, como os Centros de Negócios em outros países”, pontuou.
A unidade também vai desenvolver ações conjuntas com a CNI para divulgação e arregimentação de empresas e oferecer inteligência comercial com disseminação de informações de pesquisas de prospecções de mercados. Segundo Fábio Fonseca, outros serviços como a divulgação de projetos, como Centros de Negócios e Casa do Exportador, além de orientação empresarial, visam orientar as empresas sobre produtos e serviços oferecidos por parceiros locais e estaduais.
A Agência
A Apex-Brasil executa projetos com mais de 60 entidades de classe representativas de setores da indústria e serviços. Com base em planejamento estratégico de promoção comercial e ações realizadas em parceria com os setores público e privado, ela identifica vocações produtivas regionais, fortalece as entidades de classe, realiza estudos e prospecções de mercado, firma acordos de cooperação com redes internacionais, realiza grandes eventos, tendo o Brasil como tema e insere novas empresas no mercado internacional.
Além disso, a Agência promove encontros de negócios com importadores, executa e coordena eventos internacionais e promove a imagem do País. Em cinco anos de atividade, a Apex-Brasil levou empresários brasileiros para expor e negociar seus produtos em mais de 60 países, sendo que em 2007 foram executadas 761 ações entre feiras setoriais, missões comerciais e de prospecção, rodadas de negócios, ações especiais, road shows, entre outros. Entre projetos e eventos, a Apex-Brasil trabalha com quase 1.800 empresas exportadoras, que representam 63 setores da economia brasileira.
Serviço – Mais informações sobre as ações desenvolvidas pela unidade de atendimento da Apex-Brasil no Edifício Casa da Indústria podem ser obtidas pelo telefone (67) 3389-9120
Fonte: FIEMS
A Agencia Senai Sidrolândia vai capacitar 44 pessoas como costureiras industriais para a Via Blumenau em parceria com a Prefeitura de Sidrolandia. De acordo com o empresário Júlio Fukakusa, hoje a via Blumenau tem duas unidades no município, uma onde emprega 250 funcionários e produz lingeries e biquínis e a segunda onde produz cerca de 100 toneladas por mês em malharia.
“Na costura temos uma necessidade imediata de contratação de 200 costureiras. Saímos de uma produção que respondia por 1% do faturamento para uma que representa 9%. Ainda este mês vamos embarcar 330 mil Euros para a Itália. Para atender toda essa demanda precisamos contratar cerca de 200 costureiras e essa parceria vai iniciar a capacitação na empresa de 44 costureiras, além de outras 44 que serão treinadas no Senai que tem sido um grande parceiro no crescimento da indústria no Estado”, explicou Júlio Fukakusa.
Ele explicou que a unidade de malharia concentra hoje 20 máquinas teares circulares produzindo cem toneladas mês em malharia e que a meta é dobra essa produção até o fim deste ano. “Hoje trabalhamos em três turnos e a meta é ainda este ano dobrar, chegando a duzentas toneladas/mês para vender malha em rolo tinta e consumo próprio. E, além disso, queremos oferecer prestação de serviço em tinturaria. Para isso nossa intenção é ampliar a tecelagem e contratar pelo menos mais dez tecelões”, ressaltou.
O presidente do Sindivest/MS (Sindicato das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul), José Francisco Veloso Ribeiro, que participou da visita a fábrica junto com Júlio Fukakusa e o diretor do Sindivest/MS Francisco Bastos, ressaltou que a parceria vai contribuir para qualificar mão-de-obra para o setor que está em plena expansão no Estado. “Nossa preocupação é dar condições para que as empresas cresçam, invistam, gerando emprego e renda no nosso Estado”, pontuou.
Veloso ainda acrescentou que para atender a demanda do segmento que avança a passos largos, a Agência Senai Sidrolândia vai iniciar a capacitação de 150 pessoas a partir da próxima semana. “Já incluindo as costureiras que serão qualificadas dentro da Via Blumenau e também na indústria Tip Top, o Senai vai preparar gratuitamente 150 profissionais para o setor de vestuário, tecelagem e fiação em Sidrolândia. Esse é mais um esforço do sistema Fiems para cumprir seu papel de apoio integral à indústria nos municípios”, informou, se referindo às vagas abertas para os cursos gratuitos de costura industrial para cinco turmas que serão distribuídas nos períodos matutino, vespertino, noturno e aos sábados e domingos.
Fonte: FIEMS
A Via Blumenau acertou, na manhã desta quarta-feira (27/01), a participação na Expo-MS Industrial 2010, que será realizada pela Fiems no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, em Campo Grande. A presença da empresa do setor têxtil no evento foi definida após reunião no Edifício Casa da Indústria em que o coordenador da feira, Bérgson Amarilla, apresentou ao empresário Júlio Fukakusa o novo formato.
“Teremos dois estandes de 15 metros quadrados cada”, informou o proprietário da Via Blumenau, recordando que a empresa também participou da edição anterior realizada em 2008. “Esperamos que a cada edição mais pessoas participem para que a Expo-MS Industrial tenha a proporção que acreditamos que deva ter”, reforçou.
Na avaliação de Júlio Fukakusa, a feira será uma ótima oportunidade para a Via Blumenau fazer muitos negócios. “Estamos otimistas de que será mais uma edição de sucesso, nacional e internacional”, declarou, lembrando que a indústria vai apresentar roupas, lingeries e malha em rolo.
Para Bergson Amarilla, a participação da Via Blumenau na feira é de suma importância, pois se trata de uma empresa forte no setor. “É uma empresa de grande porte, que expande os negócios em Mato Grosso do Sul e a presença dela tem grande significado para um setor que cresce a cada dia”, pontuou.
Lançamento
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, realiza, no próximo dia 25 de fevereiro, a cerimônia de lançamento da Expo-MS Industrial 2010, que será às 19 horas no Albano Franco e contará com as presenças de diversas autoridades e empresários. “A edição 2010 da maior feira de negócios do setor industrial do Estado, realizado a cada dois anos, vai inovar, tornando-se mais dinâmica e participativa. Nossa intenção é que as instituições parceiras também disponibilizem serviços nos seus estandes”, pontuou, destacando que o evento é uma das melhores oportunidades para valorizar ainda mais os investimentos das empresas instaladas no Estado.
A Feira é um espaço inteiramente dedicado à realização de negócios, ao apoio de empresários e ao fortalecimento da atividade. Um evento que se integra à marca Indústria Ativa na direção de agregar valor à produção industrial e ao esforço de quem trabalha para produzir qualidade e eficiência. A primeira edição realizada em 2008 comprovou a necessidade de se ter uma feira dinâmica em que o empresário pudesse comparar, na prática, as novas tecnologias para alavancarem sua produtividade.
Em 2008, quando foi realizada a primeira edição da Expo-MS Industrial, a feira movimentou R$ 30,5 milhões em negócios e atraiu 30 mil pessoas no período de 27 a 31 de maio. “O evento já é um marco para o setor em Mato Grosso do Sul e, mais ainda, um grande estímulo para os empresários terem acesso a novos mercados e fecharem grandes negócios”, destacou o presidente da Fiems.
A exemplo de 2008, a edição deste ano terá a participação de diversos segmentos da indústria, tais como açúcar e álcool, alimentos, frigoríficos, celulose e papel, construção civil, cerâmico, embalagem, energia, financeiro, crédito, gráfico, farmacêutico, químico, metalmecânico, máquinas, equipamentos, mineração, montagens industriais, moveleiro, transporte, logístico, vestuário, têxtil, couro, calçados e inovação tecnológica, além do Governo do Estado e de diversas prefeituras.
Além disso, todas essas informações podem ser obtidas por meio do novo site da Expo-MS Industrial 2010 que está no ar desde a primeira semana de janeiro e pode ser acessado pelo endereço eletrônico www.expoms2010.fiems.org.br, segundo Bergson Amarilla. “O novo site é moderno e dinâmico, oferecendo uma linguagem de fácil acesso para os diversos segmentos industriais do Estado e também do resto do País. Quem acessá-lo encontrará as informações de forma ágil, pois o site tem muita visibilidade”, analisou.
Serviço - Mais informações sobre a Expo-MS Industrial 2010 podem ser obtidas por meio do endereço eletrônico www.expoms2010.fiems.org.br
Fonte:FIEMS
Para estimular a competitividade no setor têxtil e de confecções, o Sindivest/MS (Sindicato das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul) conta desde o ano passado com os serviços de uma empresa para captar licitações e distribuir as informações aos associados. Os avisos, contendo informações sobre a realização de licitações promovidas por órgãos da administração pública direta e indireta, como concorrências, tomadas de preços, convites, pregões e leilões, são enviados gratuitamente via e-mail para os associados.
“Contratamos uma empresa especializada que faz diariamente o acompanhamento de licitações de interesse dos empresários do setor. É mais uma ação no sentido de apoiar as indústrias de confecção em ampliar suas vendas participando dessas concorrências e como conseqüência, gerar mais emprego e renda no Estado”, explicou José Francisco Veloso Ribeiro, presidente do Sindivest/MS, completando que o serviço abrange preferencialmente compras e licitações em Mato Grosso do Sul e Região Centro-Oeste, entre outros.
Além desse serviço, o Sindivest/MS disponibiliza ainda parcerias com Senai, com os treinamentos em costura industrial, gestão da produção, modelagem,risco e corte, serviços do CAD (modelagem por computador) no Centro Técnico do Vestuário, e com o Sesi, com atendimento nas empresas com foco na saúde, lazer e segurança do trabalhador, entre outros.
Negócios
Há 15 anos, a indústria Sun Fish produz mochilas escolares, bolsas personalizadas, pastas para congressos entre outros brindes, numa média de 10 mil peças por mês. O empresário Francisco Bastos explica que participa de licitações e que faz a captação das informações pessoalmente ou por meio de um representante e que isso não garante uma participação ativa como é gostaria.
“Sempre temos a preocupação de acompanhar as licitações abertas, mas fazemos isso de forma bem morosa porque eu pessoalmente ou um representante da empresa visitamos os órgãos”, explicou Francisco Bastos, acrescentando que, a partir de agora, com o serviço que o Sindivest/MS passou a oferecer, espera expandir as vendas para outros mercados.
“Com esse serviço de conhecimento via e-mail das informações sobre licitações a captação das oportunidades será muito mais eficiente e com isso esperamos ampliar os negócios ainda mais, principalmente em mercados que já estamos acompanhando com expectativa”, revelou o empresário, completando que a empresa emprega 20 profissionais.
Para a empresária Idalina Zanolli, da Agosto Uniformes, o acesso a esse serviço de licitações produz uma expectativa positiva de potencialização dos negócios. Com capacidade para produzir 25 mil peças por mês, a indústria que emprega 50 funcionários e conta com a mão-de-obra de mais 30 profissionais, de um projeto social realizado no presídio feminino da Capital, hoje produz 12 mil peças por mês.
“Nosso produto é de qualidade e muito bem aceito, por isso esperamos dentre em breve dobrar a nossa produção. Seria muito bom se isso acontecesse com vendas para a prefeitura de Campo Grande e para o governo do Estado, que ainda não conseguimos atender, mas que com a lei da micro empresa nossa expectativa aumenta”, revelou Idalina Zanolli, informando que a empresa é especializada em uniformes e pastas.
Ela ressalta que, além das demandas de Mato Grosso do Sul, a indústria vende para outros nove estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte. “Com mais este instrumento que o Sindivest nos coloca à disposição esperamos alcançar novos clientes em todo o país”, explicou.
A Casa do Militar é do mesmo segmento e atende empresas terceirizando encomendas de uniformes, calçados, bonés, além da linha militar. Com a contratação desse serviço também espera aumentar as vendas. “Com esse serviço de rastreamento de licitação vai facilitar muito para que possamos identificar oportunidades que nos interessem e com isso aumentar as nossas vendas”, revelou Claudino Rubbo, proprietário do empreendimento.
Serviço - Mais informações de como obter esses serviços pelo telefone (67) 3325-7478 ou pelo e-mail sindivestms@sindivestms.com.br ou ainda pelo site www.sindivestms.com.br
Fonte: FIEMS
Senai da Capital oferece 80 vagas em curso gratuito de costura industrial para inicio Fevereiro
A Escola do Senai em Campo Grande recebe nesta segunda-feira (25/01) e terça-feira (26/01) as inscrições para preencher 80 vagas em quatro turmas do curso gratuito de costura industrial. De acordo com o gerente da Escola do Senai da Capital, Artur Quintella, o curso tem carga horária de 226 horas-aulas, sendo que duas turmas serão realizadas em período integral nas dependências da Cativa Têxtil e as outras duas em horários alternativos na sede da escola.
Ele explica que a parceria com a Cativa Têxtil também vai garatir a abertura de 40 vagas. “A intenção dos dirigentes da Cativa é formar mão-de-obra para trabalhar atendendo as demandas da empresa que aumentou sua produção no parque fabril do Estado”, explicou, acrescentando que a indústria emprega atualmente 130 funcionários e produz três mil peças por dia em malharia.
Artur Quintella ressaltou ainda que as duas outras turmas do curso de costura industrial vão abrir espaço para a qualificação de 40 pessoas em horários alternativos, sendo que uma será realizada no período noturno e a outra nos fins de semana. “Neste período verificamos uma ociosidade do CTV (Centro Tecnológico do Vestuário) e estamos oferecendo 40 vagas para contemplar a necessidade do trabalhador que está buscando uma qualificação, dar um up-grade na carreira ou ainda iniciar uma nova profissão”, explicou.
O diretor da Escola do Senai da Capital acrescentou que os cursos vão contemplar aulas teóricas e práticas e que a possibilidade de emprego para o trabalhador que faz um curso de costura industrial na entidade é praticamente certa. “Estamos colocando de forma totalmente gratuita uma estrutura que envolve equipamentos e instrutores, que teria valor mínimo de investimento de cerca de R$ 800, portanto é uma oportunidade única e vantajosa para o trabalhador ingressar num dos segmentos que mais emprega na Capital”, pontuou.
Para quem começou 2010 com planos de se qualificar o diretor da Escola do Senai da Capital garante que a oportunidade é única e pode fazer toda a diferença na hora de conseguir um emprego. Por isso,Artur Quintella recomenda que os candidatos fiquem atentos aos prazos para preenchimento das quatro turmas. “Vamos receber as inscrições dos candidatos nos dias 25 e 26, logo em seguida, nos dias 27 e 28, faremos as entrevistas para a seleção e, no dia 29, efetuaremos as matrículas porque as aulas devem ter início no dia 1º de fevereiro”, finalizou.
Serviço – Os interessados em obter mais informações sobre as inscrições podem ligar no telefone (67) 3321-0421
Fonte: FIEMS
Sesi/Fiems leva EJA para funcionários da indústria de confecção Universo Íntimo em Campo Grande
O Sesi de Campo Grande inicia no próximo dia 1º de fevereiro, data em que começam as aulas na Rede Sesi de Educação no Estado, duas turmas da EJA (Educação de Jovens e Adultos) na fábrica da Universo Íntimo Indústria e Comércio de Vestuário. Trata-se da primeira vez que a entidade forma turmas da EJA na fábrica, proporcionando que pelo menos 60 trabalhadores tenham a oportunidade de retomar os estudos e concluir os ensinos Fundamental e Médio.
Segundo a diretora da Escola do Sesi Edmundo Macedo Soares e Silva, Maria José dos Santos Souza, durante esta sexta-feira (22/01) os interessados tiveram a oportunidade de esclarecer as dúvidas sobre o curso, metodologia e documentação necessária para realizar a matrícula. “Hoje nós aproveitamos para trazer todas as informação e dar essa atenção especial aos trabalhadores, que terão de ir até a escola para efetuar a matrícula”, disse.
Ela lembrou que o projeto foi aprovado pelo Conselho Estadual de Educação e que a partir de agora o conteúdo a ser trabalhado com as turmas da EJA tem de ter o aprofundamento necessário para melhorar o ensino e contribuir para que o aluno seja mais competitivo no mercado. A diretora disse ainda que a turma do Ensino Médio será das 14 às 17 horas e que o Ensino Fundamental será das 18 às 22 horas.
Para a encarregada de Recursos Humanos da Universo Íntimo, Elenice Camilo dos Santos, as turmas da EJA dentro da indústria representam uma grande conquista, pois desde 2008 eles articulam a implantação dos cursos no local. “Temos hoje cerca de 750 funcionários, a maioria tem o Ensino Médio completo, mas nós incentivamos aos que não têm que busquem elevar a escolaridade. Esta é a nossa contribuição para a vida dessas pessoas”, disse.
A revisora Glacilda Monteiro, 40 anos, vai aproveitar a oportunidade para concluir o Ensino Médio. “Cheguei a fazer a metade do magistério, mas acabei deixando os estudos. Hoje me arrependo muito, mas penso que nunca é tarde para recomeçar, principalmente tendo aula aqui no trabalho e o incentivo da minha família”, afirmou, destacando que tem um filho que já concluiu o ensino superior e que a incentiva a retomar os estudos.
Já a costureira Cláudia Regina Castilho Marçal, 33 anos, ressalta a importância da presença do Sesi na indústria. “Se não fosse isso eu não iria conseguir estudar mais, porque não teria como deixar meus filhos sozinhos. Tendo aula aqui na empresa facilita para gente. Estou muito feliz com a possibilidade”, garantiu, informando que pretende concluir o Ensino Médio.
Serviço – Informações sobre os cursos da EJA em Campo Grande podem ser obtidas pelo telefone (67) 3325-7646
Fonte: FIEMS
Ao receber nesta quarta-feira (20/01) o balanço consolidado do setor industrial em 2009, o governador André Puccinelli destacou o papel estratégico do Sistema Fiems no desenvolvimento industrial de Mato Grosso do Sul, que teve o seu PIB Industrial aumentado em 10,11% no ano passado em relação a 2008, o que, na prática, significa um incremento de R$ 475 milhões, elevando-se ao valor de R$ 4,7 bilhões. “Esses dados me deixam orgulhoso e agradecido porque revelam que o nosso Estado cada vez mais se industrializa graças à presença de empresários empreendedores, competentes e sérios”, disse.
O relatório com o balanço consolidado do setor industrial no Estado no ano passado foi entregue pelo presidente da Fiems, Sérgio Longen, acompanhado pelo vice-presidente Alonso do Nascimento, do presidente do Siams (Sindicato das Indústrias da Alimentação do Estado), Cláudio Mendonça, do presidente do Simemae (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado), Irineu Milanesi, presidente do Sindifraf (Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado), Altair Cruz, do presidente do Sindmad (Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Móveis em Geral, Marcenarias Carpintarias, Serrarias, Tanoarias e Madeiras Compensadas), Francisco Bastos, diretor do Sindical e representando o Sindivest/MS, Juarez Falcão, do diretor da Fiems, Julião Gaúna, do diretor-regional do Senai, Jaime Verruck, da superintendente do Sesi, Maura Gabínio, do superintendente do IEL, Bergson Amarilla, da assessoria sindical do Sistema Fiems, Carol Palhares, entre outros.
André Puccinelli também ressaltou que o Governo do Estado tem participado ativamente desse desenvolvimento com a manutenção dos incentivos fiscais e tributários para o setor industrial. “Graças à conversa franca que temos com a Fiems, por meio do presidente Sérgio Longen, nós podemos verificar eventualmente a possibilidade concreta de modificar a política de incentivos e também a política de agregação de valor para diversificar a nossa economia”, completou, reforçando que o balanço da Fiems apontou a abertura de 6 mil novas vagas de trabalho pelo setor no Estado em 2009. “A isenção de impostos em troca da geração de empregos vale à pena, mas ela tem de ser setorizada, fomentada e induzida em parceria com o Sistema Fiems que realiza um belo papel nesse sentido”, lembrou.
O governador ainda fez questão de lembrar que neste ano, assim como nos próximos, a parceria entre Estado e setor industrial vai continuar, buscando incentivar o segmento da industrialização da carne, que foi o pioneiro e indutor desse desenvolvimento, assim como os segmentos sucroenergético, gráfico, construção civil, entre outros. “Vamos continuar parceiro, não por obrigação, mas porque temos uma visão de futuro que busca a industrialização do nosso Estado com a contribuição da iniciativa privada”, declarou, pontuando que onde há problemas o Estado procura solucionar para que junto com a Fiems possa resolvê-los quantas vezes forem necessárias.
Dados
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, reforçou que os dados mostram que conseguimos superar a crise financeira graças ao esforço conjunto dos governos estadual e federal, além das articulações da CNI em nível nacional e da Fiems em âmbito estadual. Ele lembrou ainda que, para acompanhar o crescimento industrial e atender as demandas das empresas instaladas no Estado e que pretendem se instalar, o Sistema Fiems investiu R$ 45 milhões em educação básica e profissional, serviços tecnológicos, saúde, responsabilidade social, inovação, estágio, lazer e capacitação empresarial.
“O importante é que crescemos em mais de 332 empresas e hoje temos mais de 9 mil indústrias, que geraram quase 6 mil empregos no Estado no ano passado, enquanto em São Paulo, segundo a Fiesp, a criação de empregos caiu”, comparou Sérgio Longen, pontuando que são números muito interessantes e que contemplam vários segmentos industriais em diversos municípios do Estado. “É importante termos a indústria forte e as perspectivas para este ano são muito boas, pois temos projeções de crescimento de 11%, ou seja, os números indicam que estamos trabalhando em patamares estáveis e que o processo de industrialização do Estado é contínuo”, analisou.
Ele também ressaltou que os incentivos fiscais e tributários concedidos pelo Governo do Estado são importantes, mas não são as únicas ferramentas que fazem com que novas empresas venham para Mato Grosso do Sul. “Também precisamos oferecer outros diferenciais e é exatamente isso que o Sistema Fiems procura fazer por meio do Sesi, Senai e IEL”, informando que no ano passado o Sistema Fiems ofereceu educação básica e profissional, serviços tecnológicos, saúde, responsabilidade social, inovação, estágio, lazer e capacitação empresarial, totalizando 324.121 atendimentos e que beneficiaram 2.553 indústrias.
Ao longo do ano passado, o número de indústrias cresceu de 8.691 para 9.023, ou seja, 332 estabelecimentos a mais, enquanto a quantidade de empregos gerados pelo setor aumentou de 97,3 mil para 103 mil, o que representa a abertura de 5,7 mil novas vagas no período. O aumento do PIB Industrial em 10,11% significa um incremento de R$ 475 milhões em relação ao montante do ano de 2008, alcançando valor de R$ 4,7 bilhões no ano de 2009. “Pelo menos 50% desse incremento de R$ 475 milhões são provenientes dos segmentos emergentes, como o sucroenergético e papel e celulose”, analisou, lembrando que o segmento de alimentos e bebidas é o mais importante na formação do PIB Industrial, respondendo por 60%.
Destaques
O levantamento feito pelo Radar Industrial da Fiems ainda revela que o destaque do ano passado é para o desempenho do segmento sucroenergético, cuja expansão foi de 30,1% na produção canavieira, resultando no crescimento fabricação de açúcar e álcool em 25% e 31%, respectivamente. Esse crescimento foi provocado pela entrada em operação no ano passado de sete novas usinas, totalizando 21 plantas em pleno funcionamento em Mato Grosso do Sul.
Já o segmento de papel e celulose também se destacou no ano passado a partir do início das operações das plantas de celulose da Fibria – fruto da fusão da Votorantim Celulose e Papel e Aracruz Celulose – e de papel da IP (International Paper) em Três Lagoas. “Esses empreendimentos contribuíram com um valor estimado em torno de R$ 40 milhões ao PIB Industrial do Estado no ano de 2009”, destacou o presidente da Fiems, reforçando que para 2010 o PIB Industrial deve crescer 11,04%, atingindo o patamar de R$ 5,2 bilhões.
As exportações de produtos industrializados também estão satisfatórias, pois, enquanto no ano de 2008 a receita foi de US$ 1,3 bilhão, no ano passado esse montante fechou em US$ 1,2 bilhão, ou seja, queda de apenas 9,6% apesar da crise financeira mundial. Os destaques são para carnes e miudezas não processadas, açúcar e álcool, extrativa mineral e minerais não-metálicos, papel e celulose, couros e peles, óleos vegetais bruto e refinado, alimentos e bebidas, siderurgia, compensados de madeira, cimentos e fiação, têxtil, confecção e vestuário.
Apoio à produção
O presidente da Fiems destacou as ações do Sistema Indústria em prol do setor produtivo industrial realizadas no ano passado. Apenas o Sesi realizou no ano passado 288,8 mil atendimentos contra 277,4 mil no mesmo período de 2008, sendo 127 mil em ações na área de saúde, 81,6 mil na área de responsabilidade social, 71,2 mil na área de esporte e lazer e 8,8 mil em educação. “Não podemos deixar de citar a entrega de mais 11 bibliotecas da Indústria do Conhecimento do Sesi, totalizando 19 unidades inauguradas em 15 municípios nos 31 meses de gestão. E a realização da Meia-Maratona Internacional do Pantanal Volta das Nações que reuniu seis mil participantes na Capital”, lembrou Longen.
Já o Senai efetuou 20,8 mil atendimentos de janeiro a dezembro do ano passado, dos quais 5,8 mil foram de qualificação profissional básica, 3,7 mil de qualificação profissional técnica, 1,5 mil de aprendizagem industrial básica, 792 de habilitação profissional técnica, 5,4 mil de aperfeiçoamento profissional, 3,4 mil de serviços técnicos e tecnológicos e 41 de qualificação tecnológica. Na entidade, as principais ações do ano passado foram o fortalecimento da Rede LabSenai, a criação da FatecSenai, a realização da Olimpíada do Conhecimento, a entrega de unidades móveis de mecânica diesel e de automação industrial e a execução do projeto Colher na Massa, que qualificou mão-de-obra para o segmento da construção civil.
O IEL executou ações de capacitação empresarial, estágio, qualificação de fornecedores, desenvolvimento tecnológico e programa de cooperação industrial. Nos 12 meses do ano passado o Instituto colocou no mercado 5 mil estagiários, encaminhou 5,5 mil estudantes para as indústrias, atendeu 1,1 mil empresas conveniadas, atendeu 3,2 mil indústrias e 72 parceiros institucionais. Os destaques ficaram para a inauguração da nova sede da unidade de Três Lagoas e a conclusão da etapa qualidade do PQF.
Fonte: FIEMS
Sindivest/MS e Senai encerram no dia 20 de janeiro 2010 as inscrições para a 2° turma do Curso Técnico do Vestuário do Estado
O Sindivest/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul) e o Senai encerram no próximo dia 20 janeiro de 2010 as inscrições (via agências dos Correios) ao 2° turma do Curso Técnico do Vestuário noturno voltado para a produção industrial do Estado. Ao todo são 70 vagas, sendo 35 para Campo Grande e 35 para Três Lagoas, sendo que os interessados ainda têm até o dia 20 de Janeiro de 2010 para se inscrever via Internet pelo site http://www.inscricao.ms.senai.br/inscricao/inscricao.php?id=1 e com investimento de R$ 20,00.
O curso vai capacitar profissionais para atuarem na criação e desenvolvimento de coleções, preparação de modelagem, corte e união das partes componentes das roupas, programação, execução da produção, controle de qualidade e processo de industrialização. O processo seletivo será realizado no dia 16 de agosto, a partir das 8h30, nas unidades do Senai em Campo Grande e Três Lagoas.
Com início em março 2010, o curso terá 18 meses de duração e carga horária de 1.370 horas - 380 horas para modelista e desenhista de vestuário, 760 horas para costureiro industrial e 1.140 horas para gestor de processos de vestuário.
“Além dos treinamentos em costura industrial, as empresas do setor do vestuário no Estado também necessitam de mão-de-obra com qualificação técnica para gestão da produção, design, estilo, negócio da moda e graças aos esforços da parceira Sistema Fiems, Sindivest/MS, o Senai disponibiliza na Capital, Três Lagoas e Dourados curso técnico para formar esses profissionais”, destacou o presidente do Sindivest/MS, José Francisco Veloso Ribeiro, reforçando a importância do curso para as indústrias do Estado.
Segundo a empresária Juliana Aranda, da República Universitária, um dos gargalos da indústria do vestuário em Mato Grosso do Sul é a falta de mão-de-obra qualificada para o setor em todos os níveis. “Com essa iniciativa de mais uma turma do curso e também outra turma da FatecSenai, estamos dando mais um passo para resolver essa demanda. Ao oferecer cursos técnicos no setor, o Estado se tornará ainda mais atrativo para novos empreendimentos”, declarou.
Bolsas
Para os candidatos que alcançarem bom desempenho nas provas do Processo Seletivo Unificado, o Senai vai garantir ainda bolsas de estudo, sendo que os industriários também poderão ser beneficiados com descontos que podem chegar a 100% sobre a mensalidade de R$ 165,00. De acordo com o gerente de Educação e Desenvolvimento Tecnológico do Senai, a concessão das bolsas está divida em três modalidades distintas: mérito, condição sócio-econômica e para os funcionários das indústrias.
Na categoria meritória, tem direito a bolsa de estudo os três primeiros colocados classificados em cada uma das turmas dos 10 cursos oferecidos, sendo que o percentual concedido varia de parcial a integral, dependendo da classificação do aluno aprovado. Para o primeiro lugar, o desconto é de 100%, obtendo assim bolsa integral, enquanto para o segundo o desconto é de 50% e para o terceiro colocado chega a 15%.
Já na modalidade sócio-econômica, a concessão está limitada a duas bolsas por turma, desde que o candidato solicite e comprove sua condição vulnerável através da apresentação de documentos. “Para comprovar a vulnerabilidade sócio-econômica, serão analisados a renda bruta familiar, as condições de moradia, se existem casos de doenças graves na família e ainda se a família arca com outras despesas de educação, se existem pessoas portadoras de necessidades especiais e até o número de pessoas que dependem da mesma renda”, discriminou Jesner Escandolhero.
A terceira modalidade de concessão de bolsas contempla os trabalhadores da indústria que deverão comprovar por meio de documentos o vínculo empregatício. Os percentuais concedidos poderão chegar a 30% de acordo com a classificação das empresas que foram divididas em cinco categorias. “Para esta modalidade não há limites de vagas para a concessão de bolsas. Dessa forma nós estamos criando um diferencial para as empresas industriais contribuintes do Sistema Fiems”, lembrou gerente de Educação e Desenvolvimento Tecnológico do Senai.
Serviço – As inscrições poderão ser feitas do dia 23 de Novembro/09 a 20 de Janeiro de 2010 nas agências dos Correios ou no site http://www.inscricao.ms.senai.br/inscricao/inscricao.php?id=1 , sendo que mais informações pelo telefone 0800 7070 745





























