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26/07/2018
Sindivest reúne empresários para apresentar sistema de controle de produção na confecção

Com o objetivo de fortalecer a indústria do vestuário de Mato Grosso do Sul e garantir sua competitividade, o Sindivest/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul) reuniu, nesta quinta-feira (19/07), na Incubadora Sindical da Fiems, em Campo Grande (MS), os empresários do segmento para uma apresentação sobre o Sistema de Controle de Produção para Confecções Vestillo, baseado em uma metodologia que visa tempo padrão, chão de fábrica, cupom de produção, eficiência e produtividade. 

Segundo o presidente do Sindivest/MS, José Francisco Veloso Ribeiro, a Indústria 4.0 já é uma realidade e as empresas precisam se atualizar com relação às novas tecnologias. “Por isso, os sindicatos do segmento do vestuário no Estado têm se empenhado para buscar novos produtos e serviços para as indústrias do Estado. A proposta hoje é apresentar um software de gestão que apresenta resultados práticos para a empresa, gerando economia nesse ambiente de negócios digitais”, afirmou.

Na avaliação do gerente do Senai Empresa, Thales Maurício Fernandes Saad, qualquer ferramenta que venha para agregar valor aos negócios é bem-vinda. “Gestão hoje em dia é um diferencial com relação à sobrevivência e crescimento no mercado, então é inevitável que as empresas busquem ferramentas tecnológicas para ter um melhor controle de produção e, consequentemente, melhorar a competitividade”, salientou. 

O diretor-comercial da Vestillo, Kleber Tavares, explicou que a ideia é mostrar aos empresários de Mato Grosso do Sul uma solução, que hoje já está implantada há 15 anos no polo de Nova Friburgo (RJ) e é bem diferenciada no que diz respeito a controle de processos produtivos visando à área de confecção. “Nosso diferencial é o tempo padrão, que substitui o critério da cronoanálise e cronometragem porque já temos um banco de dados padrão. Estudamos a indústria e determinamos o tempo padrão. Nós garantimos que o empresário terá duas opções: em uma confecção de dez costureiras ele pode ter a mesma produtividade com nove ou ter as dez costureiras e aumentar a produtividade, ou seja, ele vai economizar de qualquer jeito”, detalhou. 

Para o empresário Cláudio Salomão, da Íris Compressiva, o sistema traz a vantagem de conhecer os custos do processo seletivo. “Isso é fundamental para você saber o seu custo de produção e o custo que deve ter o produto final na hora de vender para o seu cliente e faz toda a diferença para a indústria. Hoje nós vemos muitas empresas que vendem muito, mas não tem parâmetros para saber quanto custou essa produção e acabam perdendo dinheiro”, comentou.